

Avaliação MAM, (toda turma), dia 01/06/2011
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Avaliação MAM, (toda turma), dia 01/06/2011
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Atividade de Dimensionamento
Atividade Inicial de dimensionamento, com exercício da informações de dimensões de embalagem do produto, da caixa, do palete (pallet) e do container Dry Box de 20′ e 40′.

Em anexo mais abaixo para Download, seguem informações.
Dados da Atividade:
Alocar e informar a quantidade e peso de carga de suco de laranja em um container de 20′ e um de 40′ modelo Dry box.
Para isso, alocar na caixa a quantidade de unidades de sucos, alocar a quantidade de caixas no palete e as quantidades de paletes no container.
Dadas as devidas dimensões de cada unidade em anexo e abaixo (embalagem de suco, caixa, palete e container).
Informações:
Container:

Dry Box: É o container mais usado e foi o primeiro a ser criado.
É um container totalmente fechado com portas somente nos fundos e é adequado para transportar cargas secas, como roupas, móveis, calçados, etc.

Palete (pallet):
PALLETS DE PLASTICO – PRETO ou BRANCO – IDEAL PARA ESTRUTURA PORTA PALLETS – C/ RUNNER – 4 ENTRADAS

Caixa:

Características Caixa:
Altura: 210,5mm
Largura: 280,5mm
Comprimento: 210.5mm
Peças por Cx: ?
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Embalagem Suco:

Características Embalagem Produto:
Volume: 1000ml
Peso: 0,900kg
Dimensões da caixa: 70mm larg.* 70mm comp. *210mm alt.
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Bom Trabalho!!!
Anexo:
A40_A41_A42_Atividade de Dimensionamento MAM Dimens cont pal cx emb
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Gestão de Estoque
A gestão dos estoques pode ser vista em todas as empresas, assim como em nossa própria casa quando guardamos materiais para uso futuro, vem sofrendo no decorrer do tempo maior importância estratégica.
As empresas vivem em uma linha tênue, pois estoque em excesso representará maiores custos operacionais além de uma perda da liquidez (capital preso em forma de excesso de estoque) assim como estoques abaixo dos níveis desejáveis poderá causa interrupções de suprimentos ocasionando perdas econômicas e elevação dos custos devido à falta de produtos.
É nesta análise do custo de oportunidade ou Trade-off é que valida a necessidade da gestão dos estoques.
Estoques:
“Os estoques são recursos ociosos que possuem valor econômico.” Joseph G. Monks: Administração da Produção
“Entende-se por estoque quaisquer quantidades de bens físicos que sejam conservados, de forma improdutiva, por algum intervalo de tempo.” Daniel Moreira: Administração da Produção e Operações
“Estoques são acúmulos de materiais entre fases dos processos de transformação, que proporcionam um grau de independência entre as fases” – Henrique L.Correa: Administração da Produção e Operações

Conteúdo:
Imagem

Vídeo (Negócios & Soluções – Estoque)
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Em anexo encontra-se texto contendo este conteúdo mais dois anexos tratando da Gestão dos Estoques.
Anexos:
A34_A_A39_ Gestao dos Estoques _ Regras de Reposiçao
Gestao de Estoques
Gestao de Estoques2
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Apresentação de Trabalhos:
A27 e A28 – (09/05/2011)
Grupo 1
(Caroline, Juliana, Marinete e Thais Oliveira)
| Estratégias de Operaçoes: Usando qualidade, o custo e o serviço como armas (1). Condiçoes dos negócios globais de hoje, estratégias de operaçoes, formando estratégias e operaçoes. |
| Estratégias de Operaçoes: Usando qualidade, o custo e o serviço como armas (2). competitividade das empresas manufatureiras americanas, resumo final (o que os fabricantes de classe mundial estao fazendo. Exercícios, estudo de caso e tarefa na internet. |
CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A. Administração de produção e operações: manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 690 p..
Arquivos Grupo 1:
PWP Estratégias de Operaçoes Usando qualidade o custo e o serviço como armas;
WRD Estratégias de Operaçoes Usando qualidade o custo e o serviço como armas.
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Grupo 2
(Andrei, Ronaldo, Sergio e Vitor).
| Tecnologia: introduçao, tecnologia do produto, do processo, da gestao da informaçao e análise de valor. Conclusao, termos chaves, questoes para discussao e estudo de caso. |
MARTINS, Petrônio Garcia; ALT, Paulo Renato Campos. Administração de matérias e recursos patrimoniais. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 441 p.
Arquivos Grupo 2:
PWP Tecnologia – Produto, Processo, gestão e informação;
WRD Tecnologia – Produto, Processo, gestão e informação.
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A29 e A30 – (16/05/2011)
Grupo 3
(Carlos F., Marina, Nayara e Thales)
| Gerenciamento Estratégico do Lead Time: competiçao baseada no tempo, o conceito de lead time, gerenciamento do canal logístico, o gap no lead time, resumo. |
BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 442 p.
Arquivos Grupo 3:
PWP Gerenciamento Estratégico do Lead Time;
WRD Gerenciamento Estratégico do Lead Time.
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Grupo 2
(Bianca M., Fabiana S., Rafael e Raiane).
| Logística e Valor para o Cliente: A interface entre marketing e logística, proporcionando valor para o cliente, o que é serviço ao cliente?, o impacto da falta de estoque, serviço ao cliente e retençao do cliente, cadeias de suprimentos orientadas pelo mercado, definindo os objetivos do serviço ao cliente, estabelecendo prioridades no serviço ao cliente, estabelecendo padroes de serviço, resumo. |
CHRISTHOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: criando redes que agregam valor. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 308 p.
Arquivos Grupo 4:
PWP Logística e Valor para o Cliente;
WRD Logística e Valor para o Cliente.
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A31 e A32 – (30/05/2011)
Grupo 5
(Aryane P., Daniela Loss e Emerson C.)
| Produtividade, Eficiência, e Benchmarking de Serviços Logísticos: medindo a produtividade, conceito e medida da eficiência, análise envoltória de dados – DEA, benchmarking. |
NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. 3. ed. rev. atual. e ampl. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 400 p. ISBN 85-352-2415-7
Arquivos Grupo 5:
Após Apres.;
Após Apres..
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Grupo 6
(Brehmer, Daiany, Daniella F. e Rosimara).
| Integraçao em Rede: rede de instalaçoes da empresas, padroes de armazéns, integraçao do custo total, formulaçao da estratégia logística, resumo e perguntas de revisao. |
BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J.; COOPER, M. Bixby. Gestão da cadeia de suprimentos e logística. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 442 p.
Arquivos Grupo 6:
Após Apres.;
Após Apres..
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A33 e A34 – (13/06/2011)
Grupo 7
(Guido., Isnar, Madson e Tarcísio)
| O Valor da Informaçao: Caso Barilla SpA (A), introduçao, o efeito chicote, Caso Barilla SpA (B), Caso Barilla SpA (C), previsoes eficazes, informaçao para a coordenaçao de sistemas, localizando produtos desejados, reduçao do lead time, integrando a cadeia de suprimentos, resumo. |
SIMCHI-LEVI, David; KAMINSKY, Philip; SIMCHI-LEVI, Edith. Cadeia de suprimentos: projeto e gestão. Porto Alegre: Bookman, 2003. 328 p.
Arquivos Grupo 7:
Após Apres.;
Após Apres..
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Grupo 8
(Fernanda P., Giselly e Thays Cristiny).
| Onde Localizar os Estoques de Produtos Acabados: Balanceamento dos tamanhos de lote entre dois estágios sequenciais de uma cadeia de suprimentos, mensurando o real impacto da centralizaçao do níveis de estoques de segurança, estudo de caso. |
WANKE, Peter. Gestão de estoques na cadeia de suprimento: decisões e modelos quantitativos. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2008. 05 255 p. (Coppead de administração ) ISBN 9788522437771
Arquivos Grupo 8:
Após Apres.;
Após Apres..
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Lay-Out Armazenagem

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Lay Out
Lay-out, ou arranjo físico é a maneira como os homens, máquinas e materiais estão dispostos dentro de um armazém, ou qualquer outro local, desde que arranjados com certa ordem.
O problema do lay-out é a locação mais econômica e racional das várias seções de uma unidade fabril ou comercial. Em outras palavras é a utilização do espaço disponível que resulte em um processamento mais efetivo, através da menor distância, no menor tempo possível.
Homens
Lay-out = Arranjo Físico: Homens x Máquinas x Materiais
O melhor arranjo não é óbvio, exceto em casos triviais.
Através da análise dos diversos fatores de produção e de um método de trabalho que inclua os princípios básicos de lay-out chega-se a um arranjo ótimo.
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Objetivos do Lay-out
Redução no custo e maior produtividade através de:
. Melhor utilização do espaço disponível;
. Redução da movimentação de material e pessoal;
. Fluxo mais racional;
. Menor tempo para o desenvolvimento dos processos, e
. Melhores condições de trabalho.
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Quando fazer um estudo do lay-out
Em várias situações torna-se necessário um estudo do lay-out, a saber:
a) Obsolescência das Instalações
As instalações existentes tornam-se ineficientes devido a:
. Novos produtos a serem fabricados;
. Aquisição de máquinas ferramentas, exigindo ampliações de algumas seções;
. Avanço na tecnologia, implicando em novos processos de fabricação, e
. Necessidade de maior espaço para estocagem.
b) Redução dos custos de produção
c) Variação da Demanda
Os estoques acompanham os aumentos e decréscimos da produção.
d) Ambiente de trabalho inadequado
Ruídos, temperaturas anormais, pouca ventilação, má iluminação, baixam o rendimento do trabalhador.
e) Excesso ou falta de estoques
f) Manuseios excessivos e longas distâncias
Provocam estragos no material e atrasos no atendimento.
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Para a montagem de um lay-out, que se caracterize como ótimo, devemos procurar responder algumas perguntas fundamentais e obedecer seis princípios básicos. Responda as perguntas, conforme suas respostas será a sua concepção do lay-out de seu Almoxarifado:
a) Novos produtos estão sendo projetados, de maneira a exigir novos tipos de matérias-primas, materiais e depósito de produto acabado?
b) Há (ou haverá) necessidade de novas áreas de estocagem?
c) Os equipamentos de transporte e manuseio são suficientes?
d) Existe flexibilidade para atender as variações de demanda?
e) Existe espaço suficiente para tráfego e operação dos equipamentos?
f) Existe perspectiva de melhora nos métodos de estocagem?
g) As máquinas e equipamentos, tanto de escritório como de manuseio e transporte estão localizadas de modo a darem máxima eficiência de movimentos e produção?
h) Os lavatórios estão em locais adequados?
i) As condições de iluminação, ventilação e temperatura são satisfatórias?
j) Pode os ruídos serem isolados?
k) As inspeções de instalações prediais e das condições físicas dos materiais em estoque são feitas de maneira eficiente e onde deve haver?
l) As instalações oferecem segurança? Estão as saídas e entradas propriamente localizadas?
m) Os materiais inflamáveis ou explosivos estão em lugar seguro?
n) Os carregamentos satisfazem os limites permitidos?
o) Existem muitos acidentes de trabalho?
p) Há demora na produção de algum setor do almoxarifado?
q) Há cruzamentos de material, máquinas e/ou homens?
r) Está sendo utilizado o espaço vertical?
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Um bom lay-out deve satisfazer seis princípios básicos:
a) Integração:
Homens, materiais e máquinas devem estar bem integrados. O Almoxarifado deve funcionar como uma unidade, uma macro-máquina, com todas as suas “engrenagens” entrosadas.
b) Mínima Distância:
Outros fatores, sendo iguais, o lay-out melhor é aquele em que o produto movimenta-se o menos possível. Deve-se manter apenas os movimentos indispensáveis reduzir ao mínimo a distância entre operações
c) Fluxo:
As áreas de trabalho devem ser arranjadas de forma a permitir fluxo constante de material, sem os inconvenientes de prolongadas esperas ou mesmo estocagem. Os cruzamentos de materiais devem ser evitados.
d) Uso de Espaço Cúbico:
Devem ser utilizadas as três dimensões LARGURA – COMPRIMENTO – ALTURA, a superfície de estocagem é reduzida quando se utiliza efetivamente a dimensão vertical.
e) Satisfação e Segurança:
Nenhum lay-out deve negligenciar a razão da produção – O HOMEM. O trabalhador satisfeito produz melhor. Os acidentes de trabalho devem ser evitados. As condições do ambiente de trabalho, melhoradas. Assim, não devemos expor o trabalhador a altas temperaturas, ruídos, chuva, pouca ou excessiva ventilação, o ambiente de trabalho deve ser limpo e arrumado e a iluminação ser suficiente e adequada.
f) Flexibilidade:
O arranjo deve ser flexível a futuras modificações.
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Superfícies
Na montagem de um lay-out é utilizado três tipos de superfície, a saber:
a) Superfície Estática: a superfície estática, é aquela que o equipamento projeta no solo. Como exemplo, uma mesa e uma cadeira de um funcionário.
b) Superfície de Utilização: superfície de utilização, é aquela onde se desenvolvem os trabalhos, onde efetivamente o funcionário usa para desenvolver o seu trabalho.
c) Superfície de Circulação: superfície de circulação, é aquela que se destina ao trânsito de pessoal e equipamentos, podemos considerá-las como ruas e avenidas.
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Corredores
O arranjo e dimensionamento dos corredores é uma das chaves para se conseguir a máxima eficiência do armazém. Eles são os caminhos de passagem dentro e entre as áreas de estocagem, recebimento e expedição.
Devem ser localizados de forma a manter um bom acesso ao estoque, aos equipamentos de carga e descarga e as áreas de serviços auxiliares.
Alguns dos fatores que afetam a distribuição e a largura dos corredores são:
Há diversos tipos de corredores, os mais comuns são:
a) Corredores de Trabalho
São aqueles através dos quais o material é colocado ou retirado na estocagem:
b) Corredores de Pessoal
São aqueles usados somente por pessoas para acesso a áreas especiais ou interiores do prédio. Devem, na medida do possível serem demarcados.
c) Corredores Auxiliares
Necessários para acesso a fontes de utilidades, equipamento anti-incêndio, etc.
Da prática vem algumas sugestões que serão úteis no dimensionamento dos corredores:
a) Os corredores devem ser retilíneos (o máximo possível);
b) Não devem ser obstruídos;
c) Devem conduzir a portas quando possível;
d) As intersecções devem ser minimizadas;
e) O corredor deve ser suficientemente largo para permitir uma operação eficiente;
f) As colunas podem ser usadas frequentemente como linhas de fronteira;
g) Todos os itens estocados devem ser convenientemente acessíveis;
h) Os corredores devem ser identificados por uma linha de largura de8 a10cm marcada no piso;
i) Todos os corredores devem ter mão única, menos os corredores de transporte principal.

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Em Anexo arquivo contendo também:
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Anexo:
A31_A32_A33_Lay Out
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Atividade Prática de Gestão Empresarial e Logística:
Divisão em Grupos, escolher uma empresa (de preferência em que um membro do grupo trabalhe), e conforme aulas estudadas (01 a 20), e dar um relatório completo desta empresa dentro dos termos e padrões estudados:
Deverá estar em formato de trabalho acadêmico A4, arial 12 com espaçamento 1 e meio, com capa, contra capa, sumário, introdução, corpo do trabalho e conclusão.
Seguir a sequência apresentada abaixo. A avaliação será fixada pela qualidade e atendimento ao solicitado.
01. Categoria:
Apresentar a categoria da empresa segundo:
02. As Cinco Forças Competitivas de M. Porter, Dar Alguns:
Escolher dois produtos (bem ou serviço) desta empresa e situá-la quanto:
03. Sobre a Visão Geral da Atividade Empresarial:
Escolher um produto (bem ou serviço) desta empresa e situá-la quanto:
04. Valor do Produto:
05. Quanto ao Tipo de Empresa:
06. Quanto às principais funções da empresa:
07. Quanto aos Documentos e Registros:
08. Apresentar o Fluxo esperado para uma boa gestão desta empresa, destacando:
09. Informação:
10. Produção:
Classificar e justificar a empresa em cada Tipo de Sistema de Produção, quanto:
11. Pessoas:
Descrever como funciona o subsistema de Aquisição dos Recursos Humanos quanto aos processos de:
Entrega 20/06/2011, não podendo ser aceito após esta data.
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Avaliação 1 e Correção: Gestão Empresarial e Logística

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ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

Administração de Materiais – Definição:
São um conjunto de atividades desenvolvidas dentro de uma empresa, de forma centralizada ou não, destinadas a suprir as diversas unidades, com os materiais necessários ao desempenho normal das respectivas atribuições.
Campo de atuação na Empresa:
Tais atividades abrangem desde o circuito de reaprovisionamento, inclusive compras, o recebimento, a armazenagem dos materiais, o fornecimento dos mesmos aos órgãos requisitantes, até as operações gerais de controle de estoques etc.
Motivo da existência da Administração de Materiais
“A Administração de Materiais visa à garantia de existência contínua de um estoque, organizado de modo a nunca faltar nenhum dos itens que o compõem, sem tornar excessivo o investimento total”.
Administração de Materiais moderna:
É conceituada e estudada como um Sistema Integrado em que diversos subsistemas próprios interagem para constituir um todo organizado. Destina-se a dotar a administração dos meios necessários ao suprimento de materiais imprescindíveis ao funcionamento da organização:
1) no tempo oportuno:
A oportunidade, no momento certo para o suprimento de materiais, influi no tamanho dos estoques. Assim, suprir antes do momento oportuno acarretará, em regra, estoques altos, acima das necessidades imediatas da organização. Por outro lado, a providência do suprimento após esse momento poderá levar a falta do material necessário ao atendimento de determinada necessidade da administração;
2) na quantidade necessária:
Do mesmo modo, o tamanho do Lote de Compra acarreta as mesmas conseqüências: quantidades além do necessário representam inversões em estoques ociosos, assim como, quantidades aquém do necessário podem levar à insuficiência de estoque, o que é prejudicial à eficiência operacional da organização.
Estes dois eventos, tempo oportuno e quantidade necessária, acarretam, se mal planejados, além de custos financeiros indesejáveis, lucros cessantes, fatores esses decorrentes de quaisquer das situações assinaladas.
3) na qualidade requerida:
Da mesma forma, a obtenção de material sem os atributos da qualidade requerida para o uso a que se destina acarreta custos financeiros maiores, retenções ociosas de capital e oportunidades de lucro não realizadas. Isto porque materiais, nestas condições podem implicar em paradas de máquinas, defeitos na fabricação ou no serviço, inutilização de material, compras adicionais, etc.
4) e pelo menor custo.
Os subsistemas da Administração de Materiais, integrados de forma sistêmica, fornecem, portanto, os meios necessários à consecução das quatro condições básicas alinhadas acima, para uma boa Administração de material.
Decomposição das atividades através da separação e identificação dos seus elementos componentes da Administração de Materiais:
Encontramos as seguintes subfunções:
1 – Subsistemas Típicos:
1.1- Controle de Estoque;
1.2- Classificação de Material;
1.3- Aquisição / Compra de Material;
1.4- Armazenagem / Almoxarifado;
1.5- Movimentação de Material;
1.6 – Inspeção de Recebimento;
1.7 – Cadastro.
2 – Subsistemas Específicos:
2.1 – Inspeção de Suprimentos;
2.2 – Padronização e Normalização;
2.3 – Transporte de Material.
A integração destas subfunções funciona como um sistema de engrenagens que aciona a Administração de Material e permite a interface com outros sistemas da organização. Assim, quando um item de material é recebido do fornecedor, houve, antes, todo um conjunto de ações inter-relacionadas para esse fim: o subsistema de Controle de Estoque aciona o subsistema de Compras que recorre ao subsistema de Cadastro.
Quando do recebimento, do material pelo almoxarifado, o subsistema de Inspeção é acionado, de modo que os itens aceitos pela inspeção física e documental são encaminhados ao subsistema de Armazenagem para guarda nas unidades de estocagem próprias e demais providências, ao mesmo tempo que o subsistema de Controle de Estoque é informado para proceder aos registros físicos e contábeis da movimentação de entrada.
O subsistema de Cadastro também é informado, para encerrar o dossiê de compras e processar as anotações cadastrais pertinentes ao fornecimento. Os materiais recusados pelo subsistema de Inspeção são devolvidos ao fornecedor. A devolução é providenciada pelo subsistema de Aquisição que aciona o fornecedor para essa providência após ser informado, pela Inspeção, que o material não foi aceito. Igualmente, o subsistema de Cadastro é informado do evento para providenciar o encerramento do processo de compra e processar, no cadastro de fornecedores, os registros pertinentes.
Quando o material é requisitado dos estoques, este evento é comunicado ao subsistema de Controle de Estoque pelo subsistema de Armazenagem. Este procede à baixa física e contábil, podendo, gerar com isso, uma ação de ressuprimento. Neste caso, é emitida pelo subsistema de Controle de Estoques uma ordem ao subsistema de Compras, para que o material seja comprado de um dos fornecedores cadastrados e habilitados junto à organização pelo subsistema de Cadastro.
Após a concretização da compra, o subsistema de Cadastro também fica responsável para providenciar, junto aos fornecedores, o cumprimento do prazo de entrega contratual, iniciando o ciclo, novamente, por ocasião do recebimento de material.
Todos esses subsistemas não aparecem configurados na Administração de Materiais de qualquer organização.
RESPONSABILIDADE E ATRIBUIÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
a) suprir, através de Compras, a empresa, de todos os materiais necessários ao seu funcionamento;
b) avaliar outras empresas como possíveis fornecedores;
c) supervisionar os almoxarifados da empresa;
d) controlar os estoques;
e) aplicar um sistema de reaprovisionamento adequado, fixando Estoques Mínimos, Lotes Econômicos e outros índices necessários ao gerenciamento dos estoques, segundo critérios aprovados pela direção da empresa;
f) manter contato com as Gerências de Produção, Controle de Qualidade, Engenharia de Produto, Financeira etc.
g) estabelecer sistema de estocagem adequado;
h) coordenar os inventários rotativos.
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Assegurar o contínuo abastecimento de artigos necessários para comercialização direta ou capaz de atender aos serviços executados pela empresa.
As empresas objetivam:
Diminuir os custos operacionais para que elas e seus produtos possam ser competitivos no mercado.
Mais especificamente, os materiais:

Principais objetivos da área de Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais:
a) Preço Baixo;
b) Alto Giro de Estoques;
c) Baixo Custo de Aquisição e Posse;
d) Continuidade de Fornecimento;
e) Consistência de Qualidade;
f) Despesas com Pessoal;
g) Relações Favoráveis com Fornecedores;
h) Aperfeiçoamento de Pessoal;
i) Bons Registros.
Segue os principais objetivos da área de Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais:
a) Preço Baixo - este é o objetivo mais óbvio e, certamente um dos mais importantes. Reduzir o preço de compra implica em aumentar os lucros, se mantida a mesma qualidade;
b) Alto Giro de Estoques - implica em melhor utilização do capital, aumentando o retorno sobre os investimentos e reduzindo o valor do capital de giro;
c) Baixo Custo de Aquisição e Posse - dependem fundamentalmente da eficácia das áreas de Controle de Estoques, Armazenamento e Compras;
d) Continuidade de Fornecimento - é resultado de uma análise criteriosa quando da escolha dos fornecedores. Os custos de produção, expedição e transportes são afetados diretamente por este item;
e) Consistência de Qualidade - a área de materiais é responsável apenas pela qualidade de materiais e serviços provenientes de fornecedores externos. Em algumas empresas a qualidade dos produtos e/ou serviços constituem-se no único objetivo da Gerência de Materiais;
f) Despesas com Pessoal - obtenção de melhores resultados com a mesma despesa ou, mesmo resultado com menor despesa – em ambos os casos o objetivo é obter maior lucro final. “As vezes compensa investir mais em pessoal porque pode-se alcançar com isto outros objetivos, propiciando maior benefício com relação aos custos “;
g) Relações Favoráveis com Fornecedores - a posição de uma empresa no mundo dos negócios é, em alto grau determinada pela maneira como negocia com seus fornecedores;
h) Aperfeiçoamento de Pessoal - toda unidade deve estar interessada em aumentar a aptidão de seu pessoal;
i) Bons Registros - são considerados como o objetivo primário, pois contribuem para o papel da Administração de Material, na sobrevivência e nos lucros da empresa, de forma indireta.

TERMINOLOGIAS UTILIZADAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
a) Artigo ou Item - designa qualquer material, matéria-prima ou produto acabado que faça parte do estoque;
b) Unidade - identifica a medida, tipo de acondicionamento, características de apresentação física (caixa, bloco, rolo, folha, litro, galão, resma, vidro, peça, quilograma, metro, …. );
c) Pontos de Estocagem - locais aonde os itens em estoque são armazenados e sujeitos ao controle da administração;
d) Estoque - conjunto de mercadorias, materiais ou artigos existentes fisicamente no almoxarifado à espera de utilização futura e que permite suprir regularmente os usuários, sem causar interrupções às unidades funcionais da organização;
e) Estoque Ativo ou Normal - é o estoque que sofre flutuações quanto a quantidade, volume, peso e custo em conseqüência de entradas e saídas;
f) Estoque Morto ou Inativo - não sofre flutuações, é estático;
g) Estoque Empenhado ou Reservado – quantidade de determinado item, com utilização certa, comprometida previamente e que por alguma razão permanece temporariamente em almoxarifado. Está disponível somente para uma aplicação ou unidade funcional específica;
h) Estoque de Recuperação - quantidades de itens constituídas por sobras de retiradas de estoque, salvados ( retirados de uso através de desmontagens) etc., sem condições de uso, mas passíveis de aproveitamento após recuperação, podendo vir a integrar o Estoque Normal ou Estoque de Materiais Recuperados, após a obtenção de sua condições normais;
i) Estoque de Excedentes, Obsoletos ou Inservíveis - constitui as quantidades de itens em estoque, novos ou recuperados, obsoletos ou inúteis que devem ser eliminados. Constitui um Estoque Morto;
j) Estoque Disponível - é a quantidade de um determinado item existente em estoque, livre para uso;
k) Estoque Teórico - é o resultado da soma do disponível com a quantidade pedida, aguardando o fornecimento;
l) Estoque Mínimo: é a menor quantidade de um artigo ou item que deverá existir em estoque para prevenir qualquer eventualidade ou emergência ( falta ) provocada por consumo anormal ou atraso de entrega;
m) Estoque Médio, Operacional: é considerado como sendo a metade da quantidade necessária para um determinado período mais o Estoque de Segurança;
n) Estoque Máximo: é a quantidade necessária de um item para suprir a organização em um período estabelecido mais o Estoque de Segurança;
o) Ponto de Pedido, Limite de Chamada ou Ponto de Ressuprimento: é a quantidade de item de estoque que ao ser atingida requer a análise para ressuprimento do item;
p) Ponto de Chamada de Emergência: é a quantidade que quando atingida requer medidas especiais para que não ocorra ruptura no estoque. Normalmente é igual a metade do Estoque Mínimo;
q) Ruptura de Estoque: ocorre quando o estoque de determinado item zera ( E = 0 ). A continuação das solicitações e o não atendimento a caracteriza;
r) Freqüência - é o número de vezes que um item é solicitado ou comprado em um determinado período;
s) Quantidade a Pedir - é a quantidade de um item que deverá ser fornecida ou comprada;
t) Tempo de Tramitação Interna: é o tempo que um documento leva, desde o momento em que é emitido até o momento em que a compra é formalizada;
u) Prazo de Entrega: tempo decorrido da data de formalização do contrato bilateral de compra até a data de recebimento da mercadoria;
v) Tempo de Reposição, Ressuprimento: tempo decorrido desde a emissão do documento de compra ( requisição ) até o recebimento da mercadoria;
w) Requisição ou Pedido de Compra - documento interno que desencadeia o processo de compra;
x) Coleta ou Cotação de Preços: documento emitido pela unidade de Compras, solicitando ao fornecedor Proposta de Fornecimento. Esta Coleta deverá conter todas as especificações que identifiquem individualmente cada item;
y) Proposta de Fornecimento - documento no qual o fornecedor explicita as condições nas quais se propõe a atender (preço, prazo de entrega, condições de pagamento etc);
z) Mapa Comparativo de Preços - documento que serve para confrontar condições de fornecimento e decidir sobre a mais viável;
aa) Contato, Ordem ou Autorização de Fornecimento: documento formal, firmado entre comprador e fornecedor, que juridicamente deve garantir a ambos (fornecimento x pagamento);
bb) Custo Fixo:- é o custo que independe das quantidades estocadas ou compradas ( mão-de-obra, despesas administrativas, de manutenção etc. );
cc) Custo Variável - existe em função das variações de quantidade e de despesas operacionais;
dd) Custo de Manutenção de Estoque, Posse ou Armazenagem: são os custos decorrentes da existência do item ou artigo no estoque. Varia em função do número de vezes ou da quantidade comprada;
ee) Custo de Obtenção de Estoque, do Pedido ou Aquisição: é constituído pela somatória de todas as despesas efetivamente realizadas no processamento de uma compra. Varia em função do número de pedidos emitidos ou das quantidades compradas.
ff) Custo Total: é o resultado da soma do Custo Fixo com o Custo de Posse e o Custo de Aquisição;
gg) Custo Ideal: é aquele obtido no ponto de encontro ou interseção das curvas dos Custos de Posse e de Aquisição. Representa o menor valor do Custo Total.
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Dadas 3 Aulas de Reforço para Finalização dos Trabalhos.
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O Lucro na Logística

Artigo o Lucro na Logística
O estudo se baseou no entendimento do artigo da Revista Mundo Logística dado em sala e aprimorou conceitos importantes para decisões estratégicas das empresas.
Agora, sobre a ótica da análise do lucro, observamos os conceitos de lucratividade (analisando a Margem de Contribuição – MC, a Margem Bruta – MB, a Margem Operacional – MO e a Margem Líquida – ML). Complementou-se o estudo observando os conceitos da produtividade e da rentabilidade.
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Programação GEL da aula 09 em diante:

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